LMC ADVOCACIA

Funcionário Público Superendividado?

Entenda seus direitos e saiba se a lei pode ajudar a reorganizar suas dívidas

Empréstimos consignados, cartão consignado e outras dívidas bancárias podem ser analisados juridicamente, conforme a legislação vigente.
Receba orientação jurídica clara para avaliar sua situação financeira.

Essa situação parece com a sua?

O salário não é suficiente até o final do mês

Parte significativa da renda comprometida com empréstimos

Mais de um consignado ativo ao mesmo tempo

Cartão consignado com descontos contínuos

Necessidade de contratar crédito para pagar outras dívidas

Cobranças frequentes de bancos e financeiras

Esses são sinais comuns de superendividamento, situação prevista e tratada pela legislação brasileira.

O que a lei diz sobre o superendividamento

A Lei do Superendividamento (Lei nº 14.181/2021) estabelece mecanismos de proteção ao consumidor de boa-fé que enfrenta dificuldades para pagar suas dívidas sem comprometer despesas essenciais.

Entre os direitos previstos estão:

A aplicação dessas normas ocorre sob a supervisão do Poder Judiciário de São Paulo, garantindo segurança jurídica ao procedimento.

Como funciona a atuação do escritório

O escritório atua de forma exclusivamente jurídica, com foco em direito bancário, oferecendo orientação individualizada para funcionários públicos que enfrentam superendividamento.

A Análise envolve:

Como funciona

O processo é claro e simples, essas são as etapas do atendimento jurídico:

Coleta das informações financeiras do cliente

Análise jurídica da situação apresentada

Verificação de eventuais abusos contratuais

Orientação sobre as possibilidades legais do caso

Definição da estratégia jurídica adequada

Acompanhamento profissional durante o procedimento

Atendimento jurídico voltado para:

Funcionários públicos municipais

Funcionários públicos estaduais

Servidores Federais

Professores

Profissionais de Saúde

Policiais

Refinanciamento de Empréstimos sem Autorização: Entenda Por Que Essa Prática é Ilegal e Como se Proteger

Você já percebeu descontos inesperados no seu benefício do INSS ou na conta bancária e descobriu que seu empréstimo foi refinanciado sem sua autorização? Saiba que essa prática é ilegal, abusiva e representa uma grave violação aos seus direitos como consumidor.

Neste artigo, a equipe da LMC Advocacia, com mais de 30 anos de experiência em Direito Bancário, explica o que a lei determina, o que os bancos são obrigados a comprovar e como você pode se proteger — inclusive com base na legislação brasileira e nas normas do Banco Central.

Refinanciamento não autorizado é fraude e violação contratual

O refinanciamento de um empréstimo exige, obrigatoriamente, a autorização expressa e comprovável do cliente. Qualquer tentativa de realizar essa operação sem consentimento configura uma prática ilegal que pode ser anulada judicialmente, com direito à indenização por danos morais e devolução em dobro dos valores pagos indevidamente.

Um caso julgado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, envolvendo uma aposentada, é emblemático: o banco foi condenado a cancelar o débito, restituir os valores em dobro e pagar R$ 5.000,00 por danos morais.

O que diz a legislação sobre o tema?

As seguintes normas fundamentam a ilegalidade dessa prática:

Código de Defesa do Consumidor (CDC)

  • Art. 14: responsabiliza objetivamente o fornecedor por falha na prestação de serviço.
  • Art. 39, III e IV: proíbe o envio de produto ou serviço sem solicitação prévia do consumidor e a imposição de dificuldades para cancelamento.
  • Art. 42, § único: garante a devolução em dobro do valor cobrado indevidamente, acrescido de correção monetária e juros legais.

Código Civil (Lei nº 10.406/2002)

  • Art. 104 e Art. 421: reforçam que a validade do contrato depende do consentimento livre e consciente da parte.
  • Art. 186 e 927: estabelecem a obrigação de reparar o dano causado por ato ilícito.

Normas do Banco Central e CMN

  • Resolução CMN nº 4.935/2021 e suas antecessoras estabelecem a obrigatoriedade de clareza na informação e comprovação da manifestação de vontade do consumidor nas contratações eletrônicas.
  • Resolução BCB nº 24/2020: exige que instituições financeiras mantenham registro detalhado de consentimento, especialmente em operações eletrônicas e por canais digitais.
  • Circular BCB nº 3.980/2020: trata da transparência nas operações de crédito e reforça o dever de prestar informações claras, inclusive em casos de portabilidade e renegociação.

O descumprimento dessas normas sujeita o banco a responsabilidade administrativa, civil e, em alguns casos, criminal.

Quais provas o banco precisa apresentar para legitimar o refinanciamento?

Em caso de contratação virtual, o banco deve demonstrar, de forma incontestável, que a operação foi autorizada pelo cliente. São provas essenciais:

Contrato eletrônico com assinatura digital válida, conforme a Lei nº 14.063/2020;
Confirmação via token (SMS, e-mail ou aplicativo) com data, hora e IP;
Registro de geolocalização e login do cliente;
Autenticação por biometria facial ou digital (quando exigida);
Gravação de áudio ou vídeo com consentimento verbal do cliente;
Comprovação de que o valor foi efetivamente creditado e utilizado pelo cliente.

Sem essas provas, o banco não pode presumir que houve autorização, e a Justiça tende a reconhecer a ilegalidade da operação.

Quais os riscos para o consumidor?

  • Descontos indevidos em folha ou benefício;
  • Aumento do endividamento sem ciência do cliente;
  • Dificuldade em reverter a situação administrativamente;
  • Prejuízo financeiro e emocional, especialmente para aposentados e pensionistas.

Fui vítima de refinanciamento indevido. O que fazer?

Se você suspeita que teve um empréstimo refinanciado sem autorização:

  1. Reúna provas: extratos, comprovantes, prints, histórico no app;
  2. Registre uma reclamação no banco e no Procon;
  3. Solicite ao banco os documentos da suposta contratação;
  4. Procure imediatamente um advogado especializado.

Você tem direito ao cancelamento do contrato, à devolução em dobro dos valores pagos e à indenização por danos morais, conforme jurisprudência consolidada.

CONTE COM A EXPERIÊNCIA DA LMC ADVOCACIA PARA DEFENDER SEUS DIREITOS

Com mais de 30 anos de atuação no Direito Bancário, a LMC Advocacia é referência na defesa de consumidores vítimas de abusos cometidos por instituições financeiras. Nosso time de advogados está preparado para analisar seu caso, identificar irregularidades e buscar reparação completa pelos danos sofridos.

Se você sofreu um refinanciamento bancário sem autorização, fale conosco agora. Atendemos em todo o Brasil com agilidade, segurança e comprometimento.

Compartilhe:

Veja Também:

Agende seu horário

Carregando...
ENVIAR UMA MENSAGEM
Olá 👋
Podemos ajudá-lo?